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Um Só Mundo

Numa Escola inclusiva/ democrática, um espaço de partilha, aprendizagem e reflexão.

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Tamara

Tamara é uma menina não ouvinte que sonha ser bailarina.

Um dia...

 

 

 

 

 

Combatting Child Sexual Abuse Online

   Somos a partilhar o Estudo para o LIBE Committee, do Parlamento Europeu, Combatting Child Sexual Abuse Online, disponível em Inglês, o qual e pode ser descarregado da nossa nuvem

 

 

 

 

This study was commissioned by the European Parliament's Policy Department for Citizens' Rights and Constitutional Affairs at the request of the LIBE Committee. The study provides an overview of existing legislation at European Union, Member State and the international level related to online child sexual abuse. The study also provides an account of the role of law enforcement agencies in combatting child sexual abuse online and other governmental and private sector initiatives. Some of the current trends and phenomena related to online child sexual abuse and various policy responses are discussed, complemented with recommendations for future policy formulation.

 

 

 

Combatting Child Sexual Abuse Online

 

 

O Abuso Sexual na Infância

 

   Somos a partilhar o artigo Abuso Sexual na Infância, da autoria da psicóloga clínica, de formação psicanalítica, Solange Melo, a exercer funções em São Paulo. Este consta do portal Papo de Mãe

 

girl-535251_1280 da Pixabay

 

 

 

A suspeita de que uma criança possa estar sendo sexualmente abusada deve sempre ser investigada cuidadosamente, pois isto certamente vai afetar em muito a vida da criança e da família como um todo.
Observamos que a violência sexual contra a criança, infelizmente, ocorre em todos os grupos sociais e se caracteriza quando uma criança ou adolescente é usado como gratificação sexual por um adulto ou adolescente mais velho, através do uso da violência física, coação ou abuso da confiança.


Frequentemente, o agressor é um membro da família ou responsável pela criança, alguém que ela conhece, no qual confia e com quem, muitas vezes, tem uma estreita relação afetiva.
Normalmente, este abuso fica cercado de um complô de silêncio, pois este é um ato que envolve medo, vergonha, culpa e desafia tabus culturais (a sexualidade, incluindo a da criança) e aspectos de interdependência.
O silêncio é uma tentativa de preservar a família, evitando se dar conta da contradição existente entre o papel de proteção esperado da família e a violência que nela se dá. Em muitos casos, o silêncio e a negação caminham juntos.


Comportamentos mais frequentemente observados em crianças que foram ou são abusadas sexualmente:


1 – Crianças extremamente submissas.
2 – Crianças extremamente agressivas e antissociais.
3 – Crianças pseudo maduras.
4 – Crianças com brincadeiras sexuais persistentes, exageradas e inadequadas.
5 – Crianças que frequentemente chegam muito cedo à escola e dela saem tarde (num esforço inútil de escapar da situação do lar).
6 – Crianças com fraco ou nenhum relacionamento com seus pares e com imensa dificuldade de estabelecer vínculos de amizade e com falta de participação nas atividades escolares e sociais.
7 – Crianças com dificuldade de concentração na escola.
8 – Crianças com queda repentina no desempenho escolar.
9 – Crianças com total falta de confiança nas pessoas, em especial nas pessoas com autoridade.
10 – Crianças com medo de adultos do sexo oposto ao seu.
11 – Crianças com comportamento aparentemente sedutor com pessoas adultas do sexo oposto ao seu
12 – Crianças que fogem de casa.
13 – Crianças com sérias alterações do sono (como em geral os abusos são feitos na cama, se estabelece o medo de dormir e sofrer o ataque ).
14 – Crianças com depressão clínica.
15 – Crianças com ideias suicidas.
16 – Crianças com comportamentos de automutilação.
17 – Crianças com imensos sentimentos de culpa em relação a tudo.


Quando o abuso sexual é feito por meio do incesto, ele é bem mais profundo e traumático, pois de forma mais contundente ficam marcados o abandono e a traição, porque à criança foi negado um direito inerente: o amor e a confiança. As consequências disso são o emocional devastado, uma autoimagem destruída e uma profunda dificuldade em estabelecer relações de respeito, admiração e confiança no futuro com as pessoas.


Geralmente, os homens que cometem incestos tiveram uma infância marcada por privações emocionais sérias (causada por morte materna, doenças graves ou abandono de um ou de ambos os pais).
Crianças mais velhas são menos facilmente abusadas, pois são mais fortes, maiores e podem revelar ao mundo tais abusos. Pessoas que foram abusadas na infância chegam à idade adulta sem os benefícios da infância. Muitas delas se tornam mulheres que acabam por repetir o padrão de suas mães (casando com homens violentos e abusivos) e, em geral, se tornam pessoas cronicamente deprimidas.


As estratégias do abuso sexual de crianças podem ser divididas em cinco fases:


1 – Fase do envolvimento.
2 – Fase da interação sexual.
3 – Fase do sigilo.
4 – Fase da revelação.
5 – Fase da repressão.


O agressor, geralmente, faz com que a criança participe do abuso, fazendo-a acreditar que aquilo nada mais é do que um jogo divertido. Ele, frequentemente, sabe o que agrada as crianças e as recompensa ou suborna. Em muitos casos, o agressor abusa sexualmente da criança a fim de satisfazer necessidades não sexuais suas, tais como: desejo de sentir importante, poderoso, dominador, admirado e desejado.
Infelizmente, na maioria das vezes, a criança guarda segredo de tais abusos. E o agressor consegue dela isso, usando das seguintes estratégias:


1 – Mencionando a irritação de outra pessoa (se você contar isso à mamãe, ela vai ficar muito irritada ou brava com você).
2 – Mencionando a separação (se você contar isso para alguém vão te mandar embora de casa).
3 – Mencionando o auto prejuízo (se você contar isso a alguém eu vou te matar).
4 – Mencionando fazer mal a alguém (se você contar isso eu mato a sua mãe).


A revelação do abuso pode acontecer acidental ou propositadamente. De uma forma ou de outra, representa o fim de um calvário para a vítima e uma possível punição para o agressor.
Crianças abusadas sexualmente, em especial as menores, não entendem o que de verdade está acontecendo e ficam sem saber COMO reagir nem SE DEVEM reagir. Em geral, elas fingem ignorar o fato e sofrem, muitas vezes, anos caladas. E lamentavelmente, quando o fato é revelado, muitas ainda têm que enfrentar o descrédito da própria família e da sociedade, o que as dilacera ainda mais por dentro.

 

Melo, Solange (2015). Abuso sexual na infância - Papo de Mãe. Encontrado em 1 de janeiro de 2016, desde http://www.papodemae.com.br/2015/11/06/abuso-sexual-na-infancia-por-solange-melo/, às 12:45 a.m.

 

Se quiser, pode ler Abuso Sexual: Uma Guerra de Potências e Impotências

Rede de Amigos no Facebook Associada ao Nível de Stresse dos Adolescentes

   O Um Só Mundo, atento à realidade do Facebook no mundo das nossas crianças e adolescentes, divulga um artigo da Reuteurs, elaborado com base no estudo científico publicado no The Official Journal of International of Psychoneuroendocronology.

 

   Esta é uma publicação de suma importância para pais e educadores. Sugerimos, se possível, a leitura do artigo científico.

 

 

facebook da Pixabay

 

 

 

Por Kathryn Doyle

(Reuters Health) - Un estudio pequeño sugiere que la cantidad de amigos de Facebook de los adolescentes estaría asociada con sus niveles de estrés: más de 300 amigos ya estaría relacionado con un aumento de los valores de cortisol en el organismo que es la hormona del estrés.

Los autores estudiaron a 88 participantes en un punto en el tiempo, por lo que los resultados no indican si las variaciones de las métricas de Facebook elevaron el estrés o viceversa.

Otros factores externos importantes también son responsables de los niveles de cortisol, pero Facebook tendría su propio efecto, dijo la autora principal, Sonia Lupien, del Instituto de Salud Mental de la Universidad de Montreal.

"Pudimos demostrar que con más de 300 amigos de Facebook, los adolescentes tenían niveles elevados de cortisol; por lo tanto, podemos imaginar que los que tienen 1.000 o 2.000 amigos en Facebook estarían expuestos a mucho más estrés", indicó.

Los 88 adolescentes del estudio, de entre 12 y 17 años, respondieron sobre la frecuencia de uso de Facebook, la cantidad de amigos, las conductas de autopromoción y el apoyo de sus amigos. Los autores analizaron los valores de cortisol de los adolescentes cuatro veces por día, durante tres días.

Los niños con más de 300 amigos de Facebook tendían a tener niveles de cortisol más altos que aquellos con menos amigos, según publica el equipo en Psychoneuroendocrinology.

Pero a mayor interacción de pares en Facebook, menores valores de cortisol. Ni la depresión ni la autoestima estuvieron asociadas con los niveles de la hormona del estrés.

Los autores aclaran que esos niveles en los primeros años de la adolescencia influyen en el riesgo de desarrollar depresión varios años más tarde.

Wenhong Chen, del Departamento de Radio-TV-Cine y del Departamento de Sociología de University of Texas, Austin, y que no participó del estudio, señaló que la investigación se concentró en Facebook, de modo que los resultados no podrían generalizarse al uso de otras redes sociales.

"La naturaleza preliminar de nuestros resultados demandará una evaluación refinada de las conductas en Facebook asociadas con la psicología y tendremos que hacer más estudios para determinar si esos efectos existen en los niños y los adultos", finalizó Lupien.

Aclaró que el tamaño de la red de amigos fuera de internet también influyó en los niveles de cortisol.

 

Fonte: Psychoneuroendocrinology, online 9 de octubre del 2015

 

Es.noticias.yahoo.com, (2015). Red de amigos en Facebook estaría asociada con nivel de estrés en adolescentes. Extraído a 23 de dezembro de 2015, de https://es.noticias.yahoo.com/red-amigos-en-facebook-estar%C3%ADa-asociada-con-nivel-114851386.html, às 8.01p.m.

 

Exposição: Espiral da Memória...Uma Viagem no Tempo

   No ano em que se assinalam 75 anos sobre o ato de Aristides de Sousa Mendes e 70 anos da libertação do Campo de Concentração de Auschwitz, e perante a temática do projeto UNESCO, Refugiados e Heróis, do Passado e do Presente, desenvolvido este ano letivo no Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal, no Museu Manuel Soares de Albergaria pode visitar a exposição Espiral da Memória...Uma Viagem no Tempo. Esta é constituída por uma série de 63 fotografias registadas em julho de 2014, no âmbito da viagem realizada pelas docentes Dores Fernandes, Cristina Festas a Auschwitz-Birkenau.

 

 

   Relativamente ao museu, de acordo com a página Carregal Digital

 

Encontra-se instalado no antigo edifício brasonado tradicionalmente conhecido pela população local como «Casa das Correntes» ou Solar dos Soares de Albergaria . O Imóvel é um belíssimo exemplar da arquitetura de meados do Século XX, de indelével planta em L, constituído por piso térreo e andar nobre. Da sua gramática decorativa sobressaem as sóbrias e elegantes fachadas, a arcada do alçado sul com escadaria em granito de dupla entrada e, virada a Norte, a varanda alpendrada, ao lado da qual ostenta o brasão de armas dos Albergarias.  

 

 

Carregal-digital.pt.(2015) Encontrado a 20 de dezembro de 2015, em http://www.carregal-digital.pt/pt/articles/museu-municipal/museu-municipal-manuel-soares-de-albergaria

   

 

Perante o atual flagelo dos refugiados e o carácter cíclico da História, o Um Só Mundo não podia deixar de divulgar esta iniciativa.

 

 

 

Não deixe de visitar!

E refletir...

 

cartaz espiral da memória

 

 

Presépios e mais Presépios por Escolas de Carregal do Sal

   

Cribs ESCS

 

 

 

    Como noticiado na página do Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal, desde dia 3 de dezembro e até dia 6 de janeiro, as Escolas deste Agrupamento acolhem uma exposição de presépios organizada pelo Departamento de Educação Especial e a Professora de EMRC.

 

   Os belíssimos trabalhos apresentados foram levados a cabo por alunos, com a orientação dos professores indicados ou familiares, auxiliares de ação educativa, pais, técnicos especializados e docentes de EV. Não esquecer que foram apresentadas obras realizadas pelos alunos mais pequenos, como o presépio na sala da turma H da educadora Cristina Lares, responsável pela página Pequenos Patifes, os alunos da UEEA e as dos restantes com necessidades educativas especiais; entre outros. Na generalidade, os materiais foram reciclados e alguns podem vir a ser reutilizados

 

   O objetivo geral foi conseguido. Afinal, 

 

A família deve estar no centro de tudo!

 

 

   Infelizmente, para muitos, esta é uma frase recordada apenas nesta época do ano. Outros, nunca a puseram em prática, desconhecendo-a. E outros há, que apesar de a conhecerem e julgarem-se praticantes da magia que emana, não passam de espíritos incapazes de dar a mão ou lutar pelo seu semelhante em momentos de maior fragilidade. Desprenda-se de preconceitos, honorários e orgulho. Seja diferente.

 

   Veja algumas fotografias dos nossos presépios.

 

 

 

 

<<Desde o dia 3 de dezembro de 2015 até ao dia 6 de janeiro de 2016, a Escola Secundária de Carregal do Sal, a Escola Bá...

Publicado por Paulo Vasco Pereira em Sábado, 19 de Dezembro de 2015

Ação de Prevenção de Incêndios e Preservação da Natureza

O Grupo/ Intervenientes

2 dezembro na Escola Secundária de Carregal do Sal

 

A notícia

(de acordo com o sítio eletrónico do Agrupamento)

 

 

 
 
Teoria e Prática
 
 

 



Fotografia: Sr. António José Santos

Edição: Prof. Paulo Vasco Pereira

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